“O que interessa é construir espaços de liberdade.”

- Françoise Vergès

Um espaço institucional em construção, onde a museologia se volta ao cuidado, à memória viva e ao futuro como prática de pertencimento.

CAMPO—PERTENÇA

Paranhos, Porto, 2024—2025

CONS—Consultorias & Acompanhamentos

Depois de um parque, uma cidade e um bairro, o campo voltou-se para dentro — para uma instituição que quis compreender o que guarda, o que esqueceu, e o que quer construir para os próximos cinquenta anos.

A Casa da Pertença nasce do APPC 50+, projecto que reposicionou as comemorações dos 50 anos da Associação do Porto de Paralisia Cerebral como processo museológico vivo. Em vez de uma celebração tradicional, propôs um percurso de escuta, organização do acervo, mapeamento de histórias e vozes, e concepção de um espaço relacional orientado para o futuro.

Pensada como espaço físico, simbólico e relacional, a Casa da Pertença articula práticas museológicas, documentação e participação. Fundamenta-se numa museologia situada — que valoriza a diferença, o cuidado e a construção de narrativas plurais — e no direito de cada pessoa e instituição a pertencer ao seu próprio tempo.

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