Fernanda Araujo Curi

Sou arquiteta, museóloga e pesquisadora — e há mais de trinta anos trabalho com uma mesma pergunta: o que faz com que pessoas, instituições e territórios se sintam em casa no mundo?

Essa pergunta me levou da arquitetura à museologia, do arquivo ao campo, de São Paulo a Amsterdam, Madrid, Paris e Porto. Levou-me também aos Vedas — ao Jyotish, ao Yoga, ao Ayurveda — não como caminho paralelo, mas como outra forma de ler o mesmo: ciclos, padrões, pertencimento. Uma prática de mais de uma década, com formação nas três tradições.

Tenho doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo e mestrado em Museologia pela Reinwardt Academy, em Amsterdam. Desenvolvi pesquisas e projetos em instituições culturais, universidades e programas europeus — incluindo a Fundação Bienal de São Paulo e projetos de investigação europeus, entre os quais o programa Horizon 2020 (Universidade de Coimbra).

Ojaskara é onde tudo isso converge — não como síntese arrumada, mas como prática em curso.